ESSES SÃO OS MELHORES MOMENTOS DO EVENTO DE INAUGURAÇÃO DA NOVA SEDE DO CARTÓRIO DO 6º OFÍCIO DE IMPERATRIZ
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
domingo, 24 de novembro de 2013
ARQUITETURA SUSTENTÁVEL

Hoje os edifícios são os principais responsáveis pelos impactos causados a natureza, pois consomem mais da metade de toda a energia usada nos países desenvolvidos e produzem mais da metade de todos os gases que vem modificando o clima.
O projeto de Arquitetura Sustentável compreende a ideia do edifício como parte do habitat vivo, estreitamente ligada à sociedade, ao clima, a região e ao planeta. Se comprometer a difundir maneiras de construir com menores impactos ambientais e a maiores ganhos sociais, sem, contudo, de maneira alguma, ser inviável economicamente.
A Arquitetura Sustentável procura se apropriar de todos os meios possíveis para evitar o enorme e expressivo choque ambiental que pode ser provocado por uma edificação comum.
Esta modalidade de arquitetura nasceu na década de 70 e sugere que uma construção deve alterar minimamente o meio ambiente em que está inserida. Deve-se utilizar a maior quantidade possível de elementos de origem natural e garantindo um aproveitamento racional dos recursos necessários para iluminar e ventilar os ambientes; Reduzindo os desperdícios nessas áreas.
A elaboração de um projeto de arquitetura na busca por uma maior sustentabilidade deve considerar todo o ciclo de vida da edificação, incluindo seu uso, manutenção e sua reciclagem ou demolição. O caminho para a sustentabilidade não é único, e muito menos possui receitas, e sim depende do conhecimento e da criatividade de cada parte envolvida.
“É extremamente importante que o profissional tenha em mente que todas as soluções encontradas não são perfeitas, sendo apenas uma tentativa de busca em direção a uma arquitetura mais sustentável. Com o avanço tecnológico sempre surgirão novas soluções mais eficientes.” - (YEANG,1999)
Temos o objetivo propor novos métodos e atitudes simples nas fases de um edifício, como na construção como na manutenção e até em sua “reciclagem”, para que assim os problema citados anteriormente diminuam consideravelmente melhorando a relação entre desenvolvimento e a preservação do meio ambiente, podendo trazer a sustentabilidade para a realidade do nosso dia a dia ressaltando o poder e a importância do cuidado sustentável, por parte de tudo e de todos desde onde moram até o resto de seu mundo diário. De forma especifica temos metas relacionadas a;
· Demonstrar através de novas pesquisas e resultados de outras já realizadas que pode-se unir desenvolvimento com sustentabilidade, contrapondo-se assim a ideia equivocada de que economia e sustentabilidade são avessas e não podem ser unidas em uma construção civil.
· Provocar uma melhor utilização de materiais ecológicos e diretamente vindos do meio natural suprindo assim a necessidade sustentável da atualidade e ainda podendo unir-se perfeitamente a toda tecnologia e modernização necessárias para suprir todo o conforto e beleza desejada pelos moradores de um edifício.
· Trazer uma nova visão sustentável para nossa sociedade em âmbito global, de forma que, valorize tais empreendimentos sustentáveis, assim caindo por terra a ideia ultrapassada de que se algo for sustentável ele obrigatoriamente será inviável economicamente, assim fazendo a população tomar consciência da importância do nosso meio ambiente e apoiando os meios sustentáveis e ainda trazer alguns vários métodos legais ao meio ambiente para o seu dia a dia se tornando coisas comuns e práticas.
Metodologia.
A arquitetura sustentável é um processo em evolução que tem estratégias inovadoras e tecnologia para melhorar a qualidade de vida cotidiana, sua abordagem envolve principalmente: eficiência energética e desenvolvimento de materiais ecológicos. Com sistemas especiais que definem soluções técnicas, que em uma etapa inicial, visam maior eficiência na utilização de recursos naturais, além da diminuição nos impactos gerados por uma construção comum.
Com a globalização e suas consequentes vertentes chegamos a um ponto que se tornou absurdamente necessário o fato de assumirmos um compromisso sério em relação ao nosso consumo e assim modificar alguns hábitos que se tornam frequentes, e não seria diferente no âmbito da construção de uma edificação. E para colaborar com tais modificações a cada dia vamos descobrindo novos materiais que complementam a ideia de uma construção mais sustentável.
Iniciamos a pesquisa em busca de recursos que já estavam disponíveis no mercado e que poderiam facilitar o processo de construção conforme detalhamos nas etapas anteriores, onde sistematizamos a forma de como deveriam proceder uma construção ideal, representando todas as fases, desde o local onde seria realizado o projeto, as etapas de construção, materiais, e etc. Após termos posse de um projeto ideal de construção, passamos para o âmbito de encontrar novas formas sustentáveis, novos recursos, novas opiniões de profissionais com artigos relevantes em todo o mundo, tudo afim de aperfeiçoar nossos argumentos e está por dentro das novas ideias e tecnologias neste meio, meio que pelo qual sempre está sujeito a mudanças e novas referencias, devido a isso é fundamental estarmos por dentro do que está acontecendo no cenário mundial da sustentabilidade. A pesquisa foi realizada em maior parte pela internet, em sites com artigos e opiniões sobre o tema, opiniões de profissionais com especialização em arquitetura sustentável, os bancos de imagens também foram muito utilizados, além de artigos em revistas que retratavam medidas que já eram implantadas em algumas partes do mundo.
Seguem alguns exemplos de materiais sustentáveis e suas respectivas ilustrações:
1) Blocos de entulho – Blocos feitos a partir de entulhos moídos. Reaproveitam os restos de construções demolidas ou de reformas. Estes podem ou não receberem vigas de apoio em seus interiores.
2) Madeira Certificada – Esse tipo de madeira é extraído legalmente e que tem por objetivo colaborar para uma construção menos degradante.
3) Telhado Verde – É uma das medidas que mais foram convertidas ao dia a dia das construções civis, muitos projetos arquitetônicos já aderiram à ideia que de inovadora tem o fato de conciliar beleza, sustentabilidade e qualidade de vida. A questão econômica sempre é levantada erroneamente quando se trata de construções sustentáveis, mas, neste projeto adotamos medidas simples, de fácil acesso e que não ultrapassam em momento algum o orçamento de uma construção comum, podendo que em alguns casos ocorra o contrário, e haja uma notável economia de alguns setores cotidianos, tais como, energia, ventilação e outros.
A pesquisa visa não somente a implantação de novos recursos econômicos e sustentáveis no meio civil de construções, mas também trazer á notabilidade recursos já existentes que poderão gerar uma sociedade menos poluente.
Contudo devemos resaltar à importância da conscientização, é fundamental que haja uma mudança de mentalidade ao associar sustentabilidade com projetos caros e inviáveis economicamente, isso é uma ilusão, a mudança começa no compromisso social e sustentável das empresas de construções, para isso a mentalidade popular já deve está mudada.
“Vitruvius, Leonardo da Vinci, Thomas Jefferson, Ebenezer Howard, Le Corbusier, Frank Lloyd Wright, Buckminster Fuller propuseram cidades ideais que deveriam ser criadas para sociedades ideais.”
(ROGERS, 1997, p.17)
Análise de dados
No mundo todo existem poucas empresas ou empresários dispostos a por o quesito sustentabilidade acima do quesito econômico, por vários motivos:
Não possuem benefícios que demonstrem uma extrema diferença entre eles e os edifícios convencionais, a não ser que o dono da obra esteja disposto a pagar uma quantia razoavelmente maior para possuí-lo.
A maior parte das construtoras não estão preparadas para construir um edifício deste tipo e se estiverem não expõem as vantagens para seus clientes, ou seja, faltam incentivos.
Uma das poucas estruturas dignas do titulo sustentabilidade, é a grande torre chinesa pear river tower localizado na cidade de Guangzhou na China, foi desde a sua planta destinado a ser um edifício que atuaria em prol da natureza.
A torre foi projetada de forma a deslocar o vendo que adquire para quatro grandes entradas que ficam em sua estrutura, o vento direcionado faz girar as turbinas que geram energia para os escritórios, o mesmo vento entra em correntes de ar que ficam distribuídas dentro do prédio fazendo circular o ar interno dispensando o uso de ar-condicionado.
O sol cumpre o seu papel, o prédio é todo revestido de células fotovoltaicas instaladas nas parnasianas. Essas células funcionam de forma parecida com os painéis, ou seja, captam a energia solar e transformam em eletricidade.
esse é um projeto enviado por:
![]() |
| Lucas Zavarize |
![]() |
| Osvaldo Henrique |
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Os Milionários do Lixo
Inovação e sustentabilidade que vem dos materiais recicláveis
Essas
novas gerações estão produzido lixo 50 vezes mais. Esse lixo é resultante dos
processos produtivos e do consumo, pois quanto mais consumimos, mais produzimos
lixo.
O lixo esta acumulando e pessoas sentem cada vez mais a necessidade de
utilizar essa fonte de recurso como meio de sobrevivência e criação de novos
negócios. O brasileiro produz, em média, um
pouco mais de um quilo de lixo por dia. Um quilo de resíduos indesejados, que
simplesmente "jogamos fora", mas que somados, chegam a incrível cifra
de 180 mil toneladas de resíduos descartados todos os dias. Em algumas cidades
a coleta seletiva desse lixo. A problemática do lixo é de ordem
mundial, e se deu com o progresso; mais precisamente a partir do Século XIX.
A partir da Revolução
Industrial temos novas tecnologias e padrões de conforto, progresso, novos
produtos, consumo, e consequentemente resíduos, talvez um de nossos maiores
desafios frente ao progresso. Agora no século XXI 10% do lixo produzido por dia
no Brasil é gerado só na capital paulistana, o equivalente a 17 mil toneladas
diárias de resíduos. Em países ricos, a concentração de resíduos inorgânicos é
maior do que a de orgânicos, pelo maior consumo de alimento embalado. Entre os
americanos, esse volume é de 2,25 kg. R$ 8 bi por ano é o que o País
poderia lucrar com a reciclagem. Hoje, a coleta seletiva rende de R$ 1,4 bi a
R$ 3,3 bi, ao ano. Fonte: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
A cada ano, cerca de
60 milhões de toneladas de lixo são produzidas no Brasil. Parte desses resíduos
é coletada e reaproveitada por cooperativas e grandes companhias de reciclagem
e infraestrutura. Outra parte, jogada no meio ambiente, transforma-se em
suplício para comunidades carentes que vivem desse lixo, que vivem nos aterros.
Mas há ainda uma terceira parte que se transforma em oportunidade para pequenos
e médios empresários que enxergam no lixo o início de um grande negócio. Há
empreendedores que, a partir de ideias inovadoras e simples, mudaram suas vidas
apostando na transformação de resíduos em lucro certo e sustentável. Alem de
ser um bom negocio, pois da muito dinheiro, é sustentável e inovador.
Perguntamos-nos então. O que esses empreendedores querem? Os empreendedores brasileiros começam a enxergar
que a possibilidade de se iniciar um negócio a partir de resíduos é, em muitos
casos, mais lucrativa do que utilizar matéria prima virgem. Eles também preveem
que o lixo se tornará um ativo cada vez mais valioso.
De acordo com um
estudo do SEBRAE, 46% dos pequenos empresários pesquisados identificam
oportunidades de ganhos com resíduos – e 48,3% utilizam materiais reciclados em
seu processo produtivo. Outro ponto oportuno para empresários que atuam nesse
setor é a entrada em vigor da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que
foi lançada pelo governo em 2011. Ela prevê que toda a sociedade (indústria,
comércio, poder público e consumidores) será responsável pelos produtos que
produz e consome e, por consequência, pelo destino que eles terão. Retirar,
reutilizar ou neutralizar o impacto desse lixo no meio ambiente é chamado de
logística reversa. Dentro desse plano, estabelece-se também o fim dos lixões a
céu aberto.
Essas novas criações de soluções inteligentes e lucrativas para o
lixo, têm reflexo positivo no meio ambiente e na oferta de emprego. Muitos desempregados
estão buscando trabalho neste setor e conseguindo renda para manterem suas
famílias. Cooperativas de catadores de papel e alumínio já são uma boa
realidade nos centros urbanos do Brasil.
O custo social e ambiental dessa aposta é enorme. Mas atualmente já é possível
reciclar praticamente tudo que se produz de lixo nas cidades. Mesmo o lixo
orgânico poderia ser transformado em adubo. Com essas novas ideias é possível
lutar contra as enormes montanhas de lixos. Precisamos fechar o ciclo: usar,
reciclar e reutilizar.
![]() |
| "Lixo é luxo" |
Essa é a única saída para conseguirmos lidar com as enormes montanhas de resíduos produzidas pelo homem todos os dias no planeta.
Jornalista e Redator - Jornal O Empreendedor
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Opinião do Consultor
SUSTENTABILIDADE
A palavra sustentável é
definida como a capacidade de suprir as necessidades atuais, sem comprometer a
capacidade de atender as necessidades das gerações vindouras. Em outras
palavras, é o desenvolvimento que não esgota os recursos necessários no futuro.
Sustentável é aquilo que se sustenta por seus próprios meios, que pode se
sustentar sozinho. “É zelar pela galinha dos ovos de ouro”.
O termo sustentável
está presente, não só no linguajar das pessoas, nas escolas, nas empresas e diariamente
na mídia geral, como também na mente das
crianças, jovens, adultos e idosos, criando principalmente uma séria
preocupação com a continuidade da vida
dos humanos no planeta terra. Quando
pensamos que o correto é: suprirmos nossas necessidades sem exaurirmos os
recursos que irão satisfazer às necessidades futuras, de futuros cidadãos,
então, a preocupação cresce e a responsabilidade pesa consideravelmente em cada
um de nós, porque estaremos falando da continuidade ou não da vida no planeta!
Portanto, sustentabilidade
acaba se tornando um conceito ecológico que define a exploração de recursos
naturais com base não predatória, não destrutiva daquilo que permanece após a
passagem do ser humano e seu progresso! Isso tudo significa que uma nova
mentalidade deve prevalecer na racionalização de projetos de exploração, que
causem mínimo impacto sobre o meio-ambiente.
Tais projetos devem dar tempo suficiente à
natureza para que ela se recomponha e recomponha os recursos renováveis
necessários e de interesse do projeto. Esses projetos devem proporcionar
retorno monetário suficiente para o sustento das pessoas envolvidas e suas
famílias com dignidade e fartura, de tal forma que não precisem devastar o meio
ou recorrer a praticas dizimadoras para complementarem sua renda. Isto
significa qualidade de vida.
As condições acima
desaguam num termo e conceito mais amplos e mais profundos que é a autossustentabilidade,
ou seja: a capacidade de se autossustentar! A autossustentabilidade é a
atividade que sustenta a si mesma, sem necessidade de recorrer a recursos
externos para se manter.
Tudo o que dissemos não
é e não depende diretamente da tecnologia aplicada e sim, depende puramente de
atitudes comportamentais, “conscienciais”. É atitude, é comportamento, é
responsabilidade assumida em cada pequeno ato: evitando poluir, contaminar,
agredir, depredar, destruir e hostilizar o meio em que vivemos. Aí, sim: o
mundo que deixaremos para nossos filhos e netos será ainda habitável e
hospitaleiro!
Por: Valdir Batistelli
Sociólogo e Consultor de Empresas
Limpeza Verde
Definição de
limpeza verde
Para que se
tenha um local de trabalho com segurança e qualidade, é fundamental que ele
seja limpo. Mas quem pode dizer o que é limpo? A limpeza está no olho de quem a
vê e tem significados diferentes entre as pessoas. Níveis de limpeza variam de
acordo com a formação cultural, localização geográfica e diferentes setores.
Ora, esse conceito varia até mesmo entre duas pessoas!
Há várias
definições de limpeza verde. Abaixo está a explicação da Wikipedia:
“Termo que tem
sido utilizado para descrever uma tendência contra produtos de limpeza que
contêm substâncias químicas reativas e tóxicas, algumas das quais emitem
componentes orgânicos voláteis (VOCs), que causam problemas respiratórios e
dermatológicos, entre outros. Limpeza verde também pode descrever a maneira
como produtos de limpeza residenciais e industriais são fabricados, embalados e
distribuídos. Se o processo de fabricação é ecologicamente correto e os
produtos são biodegradáveis, então os termos “verde” ou “ecologicamente
corretos” podem ser aplicados”.
Em outras
palavras, nossa definição atual e comum de limpeza verde diz respeito às
substâncias químicas. Proponho que adotemos uma nova definição de limpeza
verde: "criar um local de trabalho limpo, seguro e saudável de forma
sustentável". E se alguém precisar de mais esclarecimentos, acrescentamos
a frase de Bill McDonough: “que não seja prejudicial a nenhuma criança”. Esse
conceito envolve muito mais do que apenas a escolha dos produtos de limpeza
adequados.
A utilização de
produtos NATURAIS e BIODEGRADÁVEIS garante o menor impacto sobre meio ambiente
e à saúde das pessoas.
No que se refere
a ferramentas e equipamentos, a utilização do que há de mais atual e com
tecnologia de ponta, visando maior produtividade e atendimento às normas de
segurança e saúde do trabalho.
A maior parte
dos programas de “limpeza verde” (green cleaning) se concentra na diminuição do
uso de substâncias químicas de limpeza tóxicas. Ainda que a utilização de
produtos cada vez mais "verdes" contribua para um ambiente de
trabalho mais saudável, os diretores de empresas podem fazer muito mais do que
isso.
Um programa
completo de ações "verdes" engloba a visão de um sistema que inclua
todos os aspectos da produção de materiais de limpeza, desde o plano inicial de
utilização dos materiais de construção até o descarte desses materiais e a
reutilização de todo o trabalho de manutenção nas instalações das empresas,
incluindo equipamentos da cadeia de fornecimento. Não se trata de uma solução
rápida, mas sim de melhoria contínua da limpeza verde como parte de um processo
a longo prazo. Esta é uma grande oportunidade de evolução no tripé da
sustentabilidade (TBL), isto é, “Pessoas, Planeta e Lucro”.
Opções
tradicionais da limpeza verde
A limpeza verde
tradicional consiste em adotar produtos de limpeza “mais verdes” (menos
tóxicos) e práticas em seu escritório para melhorar a qualidade do ar, o que
resulta em funcionários mais saudáveis e menos faltas no trabalho. Se você quer
melhorar seu programa de limpeza verde, há diversos artigos e discussões sobre
diferentes produtos e os significados dos vários rótulos e certificações. Meu
conselho é investigar um pouco mais e descobrir você mesmo o que há por trás de
todos esses rótulos.
Empresas que
acreditam e praticam a melhoria contínua de seus processos e que planejam,
controlam e tomam ações preventivas / corretivas essas contribuem por um mundo
mais limpo e sustentável.
Por: Cristiane Araújo
Diretora da Bem Estar Consultoria e Serviços
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Técnica de Cultivo Sustentável
Hidroponia é um termo
usado para o cultivo de vegetais sem a utilização de solo, hidro= água, ponia=
trabalho, ou seja, é o trabalho na água, são assim que os vegetais são
cultivados.
Para o bom
desenvolvimento das plantas é necessário que as mesmas estejam nutridas
adequadamente de acordo com a sua necessidade, é assim que ocorre no plantio em
solo ou não, a diferença é que no solo as suas raízes irão buscar esses
minerais na parte liquida que compõem o solo, já no cultivo hidropônico os
mesmos são encontrados sem muita dificuldade, já que são colocados com maior
facilidade nas plantas através da água que passa por suas raízes.
Durante anos o cultivo
sem solo era feito somente em nível de pesquisas pelas instituições de ensino,
mais com o tempo percebeu-se que esses vegetais poderiam ser explorados de
forma econômica, bastando somente saber trabalhar e adequar os mesmos de acordo
com cada variedade.
Fazendo um comparativo
com a agricultura convencional praticada no solo e a pratica na água, iremos
perceber que é muito mais vantajoso prático e inteligente utilizar essa nova
técnica que está revolucionando o mercado. A região sudeste é a que vem se
destacando com essa prática, SP, por exemplo, tem os maiores produtores
hidropônicos do Brasil, é de lá que está saindo vários técnicas novas que vem
revolucionando o mercado servindo como vitrine para o Brasil.
Trabalhar
hidroponicamente é mais rápido, produção o ano todo, pois, é um cultivo
protegido, pouco Mao de obra, fazendo com que o produtor tenha mais lucro,
pouca incidência de ataques de pragas e doença, já que as plantas são bem
nutridas, é só não é uma produção 100% orgânica, devido a solução nutritiva que
é colocada na água pra suprir a quantidade ideal de minerais que cada planta
necessita.
Há varias formas de se
trabalhar hidroponicamente falando, dentre essas formas temos o pavio que é
muito parecido a um pavio de lamparina que suga a água que esta no interior do
recipiente, temos a por gotejamento em areia lavada ou substrato( geralmente
utilizadas para o cultivo de frutíferas, sub irrigação e a mais utilizada que é
a Sistema NFT (“nutrient film
technique”) ou técnica do fluxo laminar de nutrientes: onde a solução nutritiva
é bombeada, passando pelo um perfil (cano) onde ela passa com uma pequena lamina
de água, tocando as raízes e alimentando-as.
Vale ressaltar que o cultivo no
sistema é utilizado na sua grande maioria para produção de hortaliças
folhosas, ( alface, rúcula, agrião, espinafre).
Para que se trabalhe de forma adequada, deve-se repeitar cada etapa de
produção; fase de maternidade ( a planta é colocada numa espuma fenólica e é
abastecida nutritivamente por um período de uma semana, após esse período,
coloca-se na segunda fase que é a do berçário onde a planta passa mais 11 a 14
dias, após isso, a mesma vai pra fase final onde demora mais 20 dias no Maximo
e está no ponto de ser colhida, esse exemplo de fase é exclusivo para o plantio
de alface, pois dependendo da hortaliça ele pode demorar mais ou menos tempo em
cada fase dita).
Portando vale ressaltar que o futuro esta na hidroponia, que reuni o
tripé da sustentabilidade, onde um precisa do outro, fator econômico, social e
ambiental, e nada mais social, econômica e ambiental que o cultivo sem solo,
pois nesse cultivo, a pouco desperdício da principal matéria prima que é a
água, a uma boa rentabilidade pra que cultiva que influenciara diretamente na
questão social dos produtores, trazendo mais qualidade de vida para os mesmos.
Cultivar hidroponicamente é saudável, terapêutico e vantajoso, vale a
pena trabalhar com esse tipo de tecnologia.
Por: Aluizio Henrique Técnico agrícola CREA-ma 9221tdma
Email: hydromar@live.com
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